quinta-feira, 22 de abril de 2010




Você está convidado!
Se você vive contando piadas de Surdo, venha contar qualquer piada de Surdo que você conhece!
Tem vontade de participar e mostrar para todo mundo seu talento?
Venha participar do 1º Concurso de Piadas de Surdo e ganhe prêmios excelentes!

Teremos jurados e intérpretes.
Temos os prêmios no concurso.

Programa:
Dia: 30 de abril – sexta-feira.
Horas: 19 horas.
Local: Instituto de Educação para Surdos – SELI.
Endereço: Rua Dr. Ernesto Mariano, 196 – próximo ao metrô Carrão – Zona leste – SP.
Entrada: R$ 2,00 reais.
Comida: na lanchonete venderemos lanches e sucos deliciosos!

Atenção:
Pra reservar a sua inscrição no Concurso, envie sua piada (escrita ou filmada) até 23 de abril para seli@seli.com.br
Não perca!
Divulgue para seus amigos, venham e divertam-se!

Celso Badin
Coordenador de Eventos do Instituto SELI

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Notícias




Clique na imagem para ampliar.


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Olá, visitantes.

Muitos alunos que estão desenvolvendo suas pesquisas de iniciação científica ou trabalho de conclusão de curso (graduação) pedem sugestões de referências biliográficas que possam contribuir para a elaboração do relatório de pesquisa.

Vejam a página da professora Dra Cristina Lacerda com algumas de suas produções disponíveis para Download: http://www.unimep.br/gdc_cursos_conteudo.php?cod=43&ct=499

Bons estudos,

Neiva

Lançamento de livro


segunda-feira, 13 de julho de 2009

Videofone


Videofone de última geração O aparelho permite falar em tempo real o que é óptimo para quem usa lingua gestual, uma vez que a imagem não tem intermitências, paragens. Para além disso, este aparelho permite efectuar chamadas gratuitas entre Surdos ou até mesmo ouvintes gestofalantes. Tem um custo mensal de cerca de 10 euros e um custo de aquisição de cerca de 150 euros que podem ser reduzidos na factura mensal.

Para o utilizar é necessário ter internet em casa e pode ser transportado quando forem de férias uma vez que possui IP próprio e pode ser ligado a qualquer linha de internet.

Mais funcionalidades:
- Download de imagens da net;
- Videoconferencias até 25 pessoas em simultâneo;
- É possível ligá-lo a televisão TFT para ter uma imagem maior;
- Leitor de cartão de memória;
- Tem lista telefónica;
- Chamadas gratuitas para todo o mundo (globo terrestre);
- Possibilita fazer passagem de fotos digitai, servindo de moldura;
- A lingua gestual é perceptivel em definição perfeita, sem paragens;

terça-feira, 2 de junho de 2009

CORAL LÍRICO

Clique na imgem para ampliar

O coro fará quatro récitas, sendo que haverá interpretação para LIBRAS apenas no dia 16/06 às 20h30. O coro executará a música na modalidade bimodal (ou seja, cantarão em inglês e LIBRAS);

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Festa Junina na escola de surdos


quinta-feira, 28 de maio de 2009

Derdic 40 anos


terça-feira, 26 de maio de 2009

MANIFESTO EM DEFESA DA OBRIGATORIEDADE DA LÍNGUA DE SINAIS NAS ESCOLAS

Prezados aprendizes de Libras,

Vejam quais são as reivindicações dos alunos surdos.
Se você for um professor em formação é importante que reflita sobre essas questões.

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Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos
Escritório Regional do Paraná

MANIFESTO EM DEFESA DA OBRIGATORIEDADE DA LÍNGUA DE SINAIS NAS ESCOLAS


A Lei de Libras 10436/2002 e o Decreto Federal 5626/2005 reconhecem a Língua Brasileira de Sinais - Libras como língua das comunidades surdas brasileiras.
No entanto, o preconceito e discriminação contra os surdos é cada vez maior e chega ao ponto de assistirmos, recentemente, nos noticiários, professores se recusando a trabalhar com alunos surdos em escolas regulares, além da possibilidade de termos as escolas para surdos fechadas.
A Comunidade Surda paranaense está indignada! Esse é o momento de nos unirmos e mobilizarmos nossas forças para denunciar o NÃO CUMPRIMENTO, pelo Poder Público, dos direitos assegurados na Lei de Libras:

REIVINDICAMOS:
I – O direito à COMUNICAÇÃO e ao ENSINO em Libras, nas escolas onde estudamos!

II – O ensino do PORTUGUÊS como SEGUNDA LÍNGUA, com processos avaliativos que respeitem nossa diferença lingüística!

III - EDUCAÇÃO BILÍNGUE em todas as escolas de Educação Básica freqüentadas por alunos surdos!

IV - CONCURSO PÚBLICO e CONTRATAÇÃO IMEDIATA de professores surdos para atuar nas escolas!

V- Inclusão da DISCIPLINA DE LIBRAS nos cursos de formação de professores, nas universidades públicas e privadas, ministradas preferencialmente por PROFESSORES SURDOS.

VI - INTÉRPRETES DE LIBRAS e profissionais capacitados para a comunicação com surdos, nos serviços públicos e locais de trabalho dos surdos, com destaque à ESCOLA!

Convidamos para o MANIFESTO EM DEFESA DA OBRIGATORIEDADE DA LÍNGUA DE SINAIS NAS ESCOLAS!

DIA: 01 DE JUNHO DE 2009
(SEGUNDA-FEIRA) 10h00

PERCURSO:
Concentração na Praça Santos Andrade, a partir de 9h30, em frente à Universidade Federal do Paraná, em direção ao Centro Cívico (Prefeitura Municipal de Curitiba, Assembléia Legislativa, Palácio Iguaçu).

domingo, 24 de maio de 2009


Livro ilustrado de Língua Brasileira de Sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez.

Valor: R$40,00

Este livro enfoca o conhecimento da língua brasileira de sinais (libras) através de campos semânticos de forma visual e elucidativa, tendo como objetivo diminuir a barreira de comunicação entre ouvintes e surdos.

Fonte: BookToy

sexta-feira, 22 de maio de 2009

FILOSOFIA MANUALISTA OU GESTUALISTA

No século XVII surge a língua de sinais e a sua utilização no processo de ensino. O abade L'Epée foi um dos grandes responsáveis por esse avanço. Ele reuniu surdos dos arredores de Paris e criou a primeira escola pública para surdos e também a precursora no uso da língua de sinais.


Baseados nessas considerações e influenciados, segundo Hutzler (1989), pelo avanço tecnológico e pelas idéias eugenísticas, os participantes do II Congresso de Surdos, realizado em Milão (em 1880), recomendaram o Oralismo como o meio mais adequado de ensino dos surdos

Fonte: Ana Dorziat. Metodologias específicas ao Ensino de Surdos.

FILOSOFIA ORALISTA






A aprendizagem da fala é ponto central. Para desenvolvê-la, algumas técnicas específicas às orientações orais são utilizadas. Essas técnicas são, basicamente, as relatadas a seguir:


O treinamento auditivo: estimulação auditiva para reconhecimento e discriminação de ruídos, sons ambientais e sons da fala:

O desenvolvimento da fala: exercícios para a mobilidade e tonicidade dos órgãos envolvidos na fonação (lábios, mandíbula, língua etc), e exercícios de respiração e relaxamento (chamado também de mecânica de fala);



A leitura labial: treino para a identificação da palavra falada através da decodificação dos movimentos orais do emissor.

FILOSOFIA DA COMUNICAÇÃO TOTAL



A Comunicação Total trata-se de uma proposta flexível no uso de meios de comunicação oral e gestual. Com a expansão da Comunicação Total, a proposta inicial é transformada e se consolida, não como método, mas como uma filosofia educacional. Ciccone (1990) diz que essa filosofia possui uma maneira própria de entender o surdo, ou seja, longe de considerá-lo como portador de uma patologia de ordem “médica”, entende o surdo como uma pessoa, e a surdez como uma marca, cujos efeitos adquirem, inclusive, características de um fenômeno com significações sociais. Por não explicitar claramente procedimentos de ensino, a Comunicação total é incorporada, em diferentes lugares, em versões muito variadas, caracterizando-se, basicamente pela aceitação de vários recursos comunicativos, com a finalidade de ensinar a língua majoritária e promover a comunicação.

Apesar da idéia generalizada de oposição entre Comunicação Total e Oralismo, devido à inclusão de sinais na prática daquela, Marchesi (1987) afirma que a Comunicação Total não está em oposição à utilização da língua oral, mas apresenta-se como um sistema de comunicação complementar. Os adeptos da comunicação total consideram a língua oral um código imprescindível para que se possa incorporar a vida social e cultural, receber informações, intensificar relações sociais e ampliar o conhecimento geral de mundo, mesmo admitindo as dificuldades de aquisição, pelos surdos, dessa língua. Entretanto, a lentidão e limitações que as crianças surdas apresentam na aprendizagem da língua oral, quando utilizam o oralismo puro, são fatores decisivos para a introdução, no ensino, de um código lingüístico estruturado que possa contribuir também para realizar as funções que são da língua oral, ou seja, a comunicação entre as pessoas e a elaboração de processos cognitivos mais refinados.

Nessa perspectiva, essa filosofia educacional propõe como procedimento de ensino, de acordo com Moura (1993), a utilização simultânea de sinais e fala, uso de aparelhos de amplificação sonora, trabalho de desenvolvimento das pistas auditivas e trabalho com fala tanto em leitura orofacial como em produção.

Dessa proposta resulta a criação de diferentes métodos e sistemas de comunicação, visando favorecer a aprendizagem da língua majoritária. Marchesi (1987) apresenta a variedade desses sistemas: língua falada de sinais (codificada em sinais); línguas falada sinalizada exata (variante do sistema anterior, distinguindo-se pela busca da reprodução precisa da estrutura da língua); associação de códigos manuais para auxiliar na discriminação e articulação de sons (configuração) de mão perto do rosto, dando apoio à emissão de cada fonema); e combinação diversa de sinais, fala, datilologia, gesto, pantomina etc.

A abordagem educacional bimodalista destaca-se nesses sistemas. As práticas são qualificadas como bimodais ou simultâneas porque envolvem combinações de uso concomitante de duas modalidades, isto é, os sinais e a fala. Para Stewart (1983), entretanto, a utilização da fala codificada em sinais, caracteriza-se como duas modalidades da mesma língua, porque baseia-se apenas na língua majoritária. Góes (1994) diz que essa idéia é variável entre pesquisadores e educadores, porque existe também a noção de um instrumento de comunicação em que se inserem parâmetros de uma língua de sinais para acompanhar a fala. Assim, não se subentende o envolvimento de uma só língua, já que os recursos comunicativos se compõem a partir de uma língua falada e de uma língua de sinais.

As experiências mais recentes de práticas educacionais sob a denominação de Comunicação Total são restritas aos recursos do bimodalismo. No Brasil, a característica dessa filosofia, complementando os recursos utilizados por métodos exclusivamente orais, é a utilização dos sinais extraídos da LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), inseridos à estrutura da língua portuguesa, a língua majoritária. Como não existem na língua de sinais certos componentes da estrutura frasal do português (preposição, conjunção etc), são criados sinais para expressá-los.
Além disso, utiliza-se marcadores de tempo5, número6 e gênero7 para descrever a língua portuguesa através de sinais. A isto se chama de Português Sinalizado. Outra estratégia utilizada pela comunicação total é o uso de sinais na ordem do português sem, no entanto, utilizar marcadores, como no português sinalizado. O que existe em ambos os casos é um ajuste da língua de sinais à estrutura da língua portuguesa. Para Ferreira Brito (1993), com a prática da Comunicação Total, a intenção de reconhecimento das línguas de sinais é eliminada tanto em termos de filosofia, como de implementação, porque, além de artificializar a comunicação, perde-se de vista as implicações sociais da surdez, reduzindo o uso de sinais ao papel de um recurso de ensino que apoia a fala.






FILOSOFIA BILÍNGUE

Fonte da imagem: http://escoladereferencia.blogs.sapo.pt/


Assim como a Comunicação Total, a prática bilíngüe possui também aspectos variantes. Esses aspectos são explicados por Goés (1994) da seguinte forma: o momento em que devem ser introduzidas as experiências sistemáticas com a segunda língua; a ênfase na modalidade falada e escrita (há quem defenda a aquisição da língua majoritária só na modalidade escrita); e à extensão em que se considera o processo de identidade cultural da pessoa surda que convive em comunidades de surdos e de ouvintes, caracterizando-se como um ser bicultural ou não, isto é, o nível de vinculação com a língua, de identidade cultural e de participação em comunidades ouvintes e de surdos.

Apesar dos argumentos favoráveis à aprendizagem da língua de sinais, existem obstáculos para sua concretização. Esses vão além da habilidade manual. A competência na língua de sinais depende também do conhecimento de como a própria comunidade de surdos se organiza, através do contato extra-institucional do professor com os surdos. Tal contato é reduzido devido as limitações de oportunidades para que isso ocorra. Além disso, os surdos, no contato com os ouvintes, realizam adaptações e ajustes na língua de sinais (linguagem pidgen), visando um melhor entendimento que, acabam dificultando a exposição dos professores à língua de sinais.

Contudo, o reconhecimento de que existem dificuldades para a aprendizagem da língua de sinais e de que o uso de sinais, ajustados ao português, representam uma facilitação para o trabalho docente não justificam uma acomodação dos profissionais, especialmente professores, à situação atual. Antes, aponta para a necessidade de reflexões mais profundas sobre a questão, objetivando viabilizar a aprendizagem da língua de sinais. Isso porque, deixar de fazê-lo implica correr o risco de não vislumbrar progressos significativos das pessoa surdas, uma vez que, em maior ou menor gravidade, continuarão a persistir os problemas de comunicação. Quando falo em comunicação, suponho todas as suas possibidades, como considera Sanches (1990), com o estabelecimento de todas as dimensões da linguagem humana: ampliando os conhecimentos, facilitando o desenvolvimento intelectual, entendendo tudo o que se diz e expressando tudo o que se queira, rapidamente e sem esforço. “Assim funciona a linguagem oral para os ouvintes. E assim não funciona para os surdos na imensa maioria, se não na totalidade dos casos” (Sanchez, 1990 p. 26).

Passeio Temático: Um Passeio pela Cidade de São Paulo em Libras



Trata-se de uma caminhada pelo centro histórico da cidade com guia, atividades e discussões em Libras. A idéia é praticar o idioma em um contexto real e diferente da sala de aula. (Carga horária: 5 horas)

Pré-Requisitos
Ter, no mínimo, 16 anos e proficiência lingüística que possibilite a comunicação efetiva em Libras.

Método
Os grupos são formados por alunos de Libras dos níveis Básico, Intermediário e Avançado. Durante o passeio o professor procura equilibrar os níveis através da integração dos participantes. A introdução de novo vocabulário é feita de forma sutil durante as visitações. O objetivo principal é fazer com que os alunos pratiquem a língua de forma descontraída num contexto real, diferente da situação de sala de aula. O passeio permite a utilização da língua durante um tempo maior.

Programa
Roteiro: • Catedral da Sé, Largo São Francisco, Faculdade de Direito, Praça do Patriarca, Viaduto do Chá, Teatro Municipal, Vale do Anhangabaú, Largo São Bento, Centro Cultural Banco do Brasil e Pateo do Colégio • Ponto de encontro e local de partida: escadaria principal da Igreja da Sé • Praça da Sé

Certificação
O Senac não confere o certificado de conclusão do curso.

Observações
- Desconto de 10% para alunos de cursos do Senac - Quando menor de idade, aluno deve apresentar autorização dos pais ou responsável - O participante deve usar roupas confortáveis; é aconselhável providenciar capa de chuva - O valor pago já inclui camiseta, lanche e cartilha do passeio


As turmas abertas para esse serviço são:
• Turma : PTLBS02 Período : 31/05/2009 até 31/05/2009 Dias da Semana : Dom; Horário : 9h às 14h Carga Horária : 5 h Valor : R$ 60,00

Localidade:
Senac Consolação Rua Doutor Vila Nova, 228 - 1º Andar - São Paulo - SP CEP: 01222903 Telefone: 2189-2100 Fax: 2189-2150 email: consolacao@sp. senac.br www.sp.senac. br

Qualquer duvida estamos a disposição.Viviane de BritoAtenciosamente,Atendimento ao ClienteSenac ConsolaçãoTel.: 55 11 2189-2100Fax.: 55 11 2189-2150www.sp.senac. br/consolacao

sábado, 2 de maio de 2009

Curso de Libras

Curso básico de Libras a distância para Professores da Rede de Ensino Estadual de São Paulo, pelo CAPE, com coordenação da Profa Generosa Monteiro Ferraz.

Professores de Libras são Ricardo Nakasato e Priscilla Gaspar.



Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=JR4tjOom0Go

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Atividades da pastoral dos surdos - SP





Contatos

effatarsul1@yahoo.com.br

Fax: (11) 5041 9731 / 5082 2453

(11) 8401 5806 (Odirlei)

(11) 3291 2400 (Frei Silvio)

Notícia: LANÇAMENTO DE LIVRO

quarta-feira, 8 de abril de 2009



DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005.
Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO II
DA INCLUSÃO DA LIBRAS COMO DISCIPLINA CURRICULAR

CAPÍTULO III
DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LIBRAS E DO INSTRUTOR DE LIBRAS

CAPÍTULO IV
DO USO E DA DIFUSÃO DA LIBRAS E DA LÍNGUA PORTUGUESA PARA O
ACESSO DAS PESSOAS SURDAS À EDUCAÇÃO

CAPÍTULO V
DA FORMAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LIBRAS - LÍNGUA PORTUGUESA

CAPÍTULO VI
DA GARANTIA DO DIREITO À EDUCAÇÃO DAS PESSOAS SURDAS OU COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

CAPÍTULO VII
DA GARANTIA DO DIREITO À SAÚDE DAS PESSOAS SURDAS OU
COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Leia na integra:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm

terça-feira, 7 de abril de 2009

Artigo sobre comunidade surda



José Guilherme Cantor Magnani
Doutor em Ciências Humanas pela Universidade de São Paulo


E quando se fala em "comunidade" em termos genéricos o que se evoca é também a marca de origem: proximidade, presença de relações face-a-face, seja por contigüidade espacial, (no trabalho, no bairro, na instituição) ou por afinidade de propósitos, crenças e modos de vida compartilhados. O que vincula os membros de uma comunidade seria o reconhecimento desses vínculos e a possibilidade de checar a sua inclusão. Portanto, mais do que organizações sociais concretas, esses termos designam, neste caso, dois tipos-ideais de interação e podem ser encontrados em diferentes arranjos .

Por outro lado, eles podem também ser usados como "agregados sociológicos", ou seja, para designar algum grupo concreto. Nessa perspectiva podem ser vistos como recortes empíricos, quantificáveis, referidos sempre a um conjunto de pessoas, ligadas por algum tipo de vínculo e sujeitas a alguma modalidade de normas ou regras...

Leia os artigos por completo

http://www.n-a-u.org/magnani1-2007.html

http://www.n-a-u.org/surdos-cowboys.html

BABÁ ELETRÔNICA

Atividades do dia a dia que são tão corriqueiras para nós e não nos damos conta dos sentidos que usamos para fazê-las. Todavia, elas são fundamentalmente sentidas pelos surdos como uma barreira para sua independência.
Atividades, como: pedir uma pizza, ligar para uma amiga, cancelar um cartão de crédito ou mesmo ouvir o choro do seu filho que acordou durante a madrugada sãouma dificuldade para os surdos.
Para minimizar as dificuldades de comunicação entre bebês e mães surdas, foi desenvolvida a “Babá Eletrônica”


Baba Eletronica Bivolt - LOVE

Descrição

Babá Eletrônica, vibra call com alerta vibratório, todo conforto e comodida, tendo mais segurança com seu filhos.



Com a BABA ELETRONICA SUPER da FISHER, as mamães ficarão o tempo todo a par do que acontece com o bebe dentro e fora de casa.
No caso das mães surdas as luzes "sonoras" permitem que vejam o nível de atividade ou ate mesmo "sintam" o chamado do bebe! O receptor cabe dentro do bolso e vibra quando o bebe chama, assim e possível realizar outras tarefas enquanto a criança tira uma dorme, é possível estar em outro espaço da casa e sentir a vibração do equipamento quando a criança acordar.

Fonte:
http://www.baraobrinquedos.com.br/detalhes.php?id=6054-2
ou
http://www.bebeweb.com.br/Produtos.asp?ProdutoID=7

Notícia: ABRIN- Feira de Brinquedos



ABRIN
Maior feira de brinquedos da América latina, a ABRIN reúne os mais expressivos fabricantes nacionais de brinquedos, puericultura e afins. Promovida pela ABRINQ – Associação Brasileira de Brinquedos e FRANCAL FEIRAS, acontece anualmente, no primeiro semestre e promove o lançamento de novos produtos que aquecem as vendas do setor durante o ano todo.

NOVIDADE:
Mais de 100 novos brinquedo com LIBRAS.

ONDE E QUANDO?
13 - 16 Abril de 2009
13 a 15 de Abril: 13h às 21h
16 de Abril: 10h às 18h

Expo Center Norte
Rua José Bernardo Pinto, 333
Vila Guilherme - São Paulo - SP - Brasil


Fonte: www.abrin.com.br

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Pai Nosso em Libras

Estrutura de pergunta em Libras

Albres ( 2008: p30) no livro de sinal em sinal fala sobre a forma de fazer pergunta em Libras, revela que: "Quando se pretende produzir uma pergunta em Libras há necessidade de fazer um leve movimento de cabeça para cima concomitante ao pronome interrogativo que geralmente é apresentado ao final as sentença"

Exemplos:

VOCÊ TRABALHAR EM-QUE?










BANHEIRO ONDE?












A-N-D-R-E-A FALTAR POR QUÊ?









Fonte das imagens:
SILVA Fábio Irineu da Silva et. al APRENDENDO LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS COMO SEGUNDA LÍNGUA. NÍVEL BÁSICO. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos. Santa Catarina, 2007.

Campanha Legenda Nacional



Essa Campanha solicita que os filmes brasileiros tenham legenda em português para que os surdos possam assistir ao filme e compreender o que os personagens falam. Isso é acessibilidade e inclusão.




Primeiros passos...
Os Desafinados com Legenda em português

OI tem plano especial para surdos

Você já pensou que uma pessoa surda não consegue falar ao telefone e só pode recorrer ao recurso da mensagem de texto?

Pois é, a questão é que enquanto uma pessoa ouvinte pode desenvolver um diálogo em 1 minuto com várias perguntas e respostas a pessoa surda por ter que enviar uma mensagem por vez e esperar a resposta e só depois digitar uma outra mensagem paga muito mais por essa comunicação, pois paga por cada mensagem enviada.

Agora, o Surdo ou Deficiente Auditivo pode aderir ao Plano Especial da OI.
São R$ 29,90 por mês para 1.000 SMS R$ 0,03 por mensagem !!!



Fonte: http://sp.digaoi.com.br/portal/oipravoce/movel_necessidades.htm

VIII FEIRA INTERNACIONAL DE TECNOLOGIAS EM REABILITAÇÃO, INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE

sexta-feira, 27 de março de 2009

Notícia: Direito dos alunos surdos

Assunto: Decisão obtida pela Defensoria em Osasco determina oferta de profissional habilitado em LIBRAS nas escolas


Decisão obtida pela Defensoria em Osasco determina oferta de profissional habilitado em LIBRAS nas escolas Sentença beneficia alunos com deficiência auditiva da rede estadual do município A Defensoria Pública do Estado de São Paulo em Osasco obteve decisão judicial que obriga a Secretaria Estadual de Educação a garantir a presença de profissional habilitado em linguagem brasileira de sinais (LIBRAS), em cada classe em que haja alunos com deficiência auditiva na rede estadual no município. A Secretaria tem seis meses para cumprir a determinação após o trânsito em julgado da sentença. A Defensoria recorreu na última semana (19/03), visando o cumprimento imediato da decisão. A ação civil pública foi proposta no início de 2008, após a Defensoria ser procurada por um grupo de mães preocupadas que os filhos, que estavam indo para 5º série da rede estadual, não contariam com atendimento especializado, como o que lhes era ofertado na rede municipal. As defensoras públicas Anaí Rodrigues e Ana Bueno de Moraes basearam a ação na Lei 7.853/89, que trata dos direitos das pessoas com deficiência e determina “a oferta, obrigatória e gratuita, da Educação Especial em estabelecimentos públicos e de ensino”. E também na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que estabelece que os sistemas de ensino assegurem aos educandos com necessidades especiais “professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns”. De acordo com juiz Samuel Karasin, da Vara da Infância e Juventude de Osasco, que acolheu os argumentos das defensoras e julgou procedente a ação civil pública, “afirmar que o Estado não está obrigado a proporcionar as condições de integração de crianças e adolescentes portadores de necessidades especiais no ambiente escolar é contrariar não só uma série de garantias decorrentes do direito à educação, mas contrariar garantias decorrentes da condição de criança e de adolescente e decorrentes da condição de portadores de necessidades especiais”. O recurso da Defensoria, interposto na última semana e que visa cumprimento imediato da sentença, aguarda julgamento no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Segundo a defensora pública Anaí Rodrigues “seria importante a efetivação imediata dos direitos das crianças com necessidades especiais, evitando-se assim a sua desmotivação, uma vez que ela não tem meios para absorver o conteúdo adequadamente, nem para se comunicar com o professor”. Mais informações Renata Tibyriçá - Defensora Pública Coordenadora de Comunicação

Carolina Coimbra Carolina Lopes Cristina Uchôa
Tel. (11) 3107-5055 / 3101-0155 (Ramal 137/ 222 / 249 / 295) / 9653-6796 imprensa@dpesp.sp.gov.br

quarta-feira, 25 de março de 2009

Curso de Libras

sexta-feira, 20 de março de 2009

Característica de Iconicidade nas Línguas de Sinais

Pela modalidade da Libras ser gestual-visual alguns sinais são motivados pelo referente que representam. Dessa forma existe um grupo de sinais que podem ter como motivação a própria ação, o formato ou tamanho do objeto.
Vejamos o exemplo do sinal GATO.

Este é um sinal icônico e sua motivação está no bigode do gato, em parte do referente.
Há um grande grupo de sinais que tem sua motivação na ação, como: COZINHAR, COMER,VER, LAVAR, TOMAR-BANHO, entre outros.

TDD - Telephone Device for Deaf


Telephone Device for Deaf (TDD), que permite a comunicação por meio de mensagens escritas, sobretudo para pessoas com deficiência auditiva.

Segundo o IBGE, em 2000 existiam 5,75 milhões de deficientes auditivos no Brasil, dos quais cerca de 1,1 milhão eram surdos. Para quebrar barreiras e oferecer a esses cidadãos a oportunidade de se comunicar, o CPqD desenvolveu uma tecnologia de terminal composto por teclado, display para leitura de mensagens enviadas e recebidas e monofone com entrada de voz.


A comunicação pode ser feita de duas formas: entre dois terminais TDD, com envio de mensagem escrita diretamente ao outro lado da linha para ser lida no display do telefone, ou, caso um dos interlocutores não possua o terminal TDD, com o auxílio de um(a) atendente da empresa operadora, que receberá a mensagem falada, a digitará e enviará imediatamente para o receptor.


A tecnologia do TDD foi transferida para a empresa brasileira Koller, que já está fabricando e comercializando os terminais.


Fonte: CPqD

Qual a diferença entre alfabeto manual e Configuração das mãos?

Os dois correspondem a formatos da mão, mas cada um é empregado para um fim específico.

Alfabeto manual:
O alfabeto manual consiste do uso de formatos de mãos que representam as letras do alfabeto escrito, juntando as letras, produzidas com a mão, formamos um palavra. É como se estivessemos escrevendo no ar por meio da digitação manual.


Configuração de mãos:
As configurações de mãos (CM) são formatos de mãos que formam os sinais, como uma das unidades mínimas usadas para produzir um sinal como todo.


Exemplo: Veja o formato da mão abaixo, com ele eu posso fazer o sinal de CASA - nessa situação esse formato de mão é considerado uma configuração de mão que forma um sinal. Posso ainda digitar o nome da minha amiga usando o alfabeto manual, como: B-I-A-N-C-A, nesse contexto esse formato de mão representa uma letra do alfbeto.

Fonte das imagens: Dicionário digital do INES-RJ

domingo, 15 de março de 2009

III Seminário Comunicação Sem Barreiras

Divulgando....

O Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência - CMPD promoverá, no dia 28 de março de 2009, no Memorial da América Latina, o III Seminário Comunicação Sem Barreiras, com o tema: "Superando os Desafios".

O evento está aberto a pessoas com deficiência, familiares, entidades representativas, profissionais da área de comunicação, bem como, à sociedade
civil em geral. O seminário visa formular políticas públicas e propostas para um enfrentamento das barreiras de comunicação nas diversas áreas: saúde, transporte, educação, trabalho, tecnologia assistiva e direito.

A ficha de inscrição está disponível no site : http://www.prefeitura.sp.gov.br/pessoacomdeficiencia (para que a inscrição seja efetuada com sucesso é necessário o preenchimento de todos os campos do documento, bem como o envio deste para o e-mail:

Inscrições até o dia 20/02/2009, às 17h00.
Vagas limitadas.

Serviço

III Seminário Comunicação Sem Barreiras – "Superando os desafios"
Data: 28 de março de 2009
Local: Memorial da América Latina – Parlatino
Endereço: Rua Auro Soares de Moura Andrade, nº564 – Portão 10
Barra Funda / São Paulo – SP (Próximo a estação Barra Funda do Metrô)
Horário: 9h às 17h
Credenciamento: 8h

Organização / Realização:

Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida - SMPED
Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência -CMPD

Para mais informações:

Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência Rua: Libero Badaró, nº 119 – 3º andar - Centro / SP Telefones: 3113-9672/9674/ 9692

Lincoln Tavares

Assessor de Comunicação e Imprensa
Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência
e Mobilidade Reduzida - SMPED
Prefeitura da Cidade de São Paulo
11 3113-8778 // 8794 // 9631-6684

lincolnsilva@ prefeitura. sp.gov.br

sexta-feira, 13 de março de 2009

Piada


Advogada e o surdo
Um chefão da Máfia descobriu que seu contador havia desviado dez milhões de dólares do caixa. O contador era surdo. Por isto fora admitido, pois nada poderia ouvir e, em caso de um eventual processo, não poderia depor como testemunha. Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os US$10 milhões, levou junto sua advogada, que sabia a lingua de sinais. O chefão perguntou ao contador:
- Onde estão os U$10 milhões que você levou?
A advogada, usando a lingua de sinais, transmitiu a pergunta ao contador, que logo respondeu (em sinais):
- Eu não sei do que vocês estão falando.
A advogada traduziu para o chefão:
- Ele disse não saber do que se trata.
O mafioso sacou uma pistola 45 e encostou-a na testa do contador, gritando:
- Pergunte a ele de novo.
A advogada, sinalizando, disse ao infeliz:
- Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro.
O contador sinalizou em resposta:
- OK, vocês venceram,
o dinheiro está numa valise marrom de couro, que está enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no nº 400, da Rua 26, quadra 8, no bairro Santa Marta!
O mafioso perguntou para advogada:
- O que ele disse?
A advogada respondeu:
- Ele disse que não tem medo de otário e que você não é macho o bastante para puxar o gatilho. . .

quarta-feira, 11 de março de 2009

Contação de histórias traduzida para Libras

Divulgando....

terça-feira, 10 de março de 2009

Precisando treinar o reconhecimento do alfabeto manual?

Entrem no site e participem dos jogos, essa é uma forma de treinar a compreensão do alfabeto manual e da apresentação em Libras.

http://librasnet.com/alfabeto.html

http://librasnet.com/frases.html

http://librasnet.com/jogo.html

terça-feira, 3 de março de 2009

ALFABETO MANUAL

Espero que você já tenha estudado o alfabeto manual e esteja craque!

Vamos fazer um teste... assista a apresentação de uma turma de alunos surdos e tente compreender o nome deles quando forem se apresentar:

Apresentação Turma de Letras Libras - UNB

Vocabulário.

Amplie seu vocabulário estudando:










Lição 4: cores, vestuário, pronomes interrogativos e verbos.


Lição 5: dados pessoais, adjetivos e verbos.


Lição 6: localização, transportes e dias.


Lição 7: Família e verbos.


Lição 8: natureza, animais e tempo.


Lição 9: alimentos, meses, sentimentos e verbos.


Lição 10: meses e verbos.

Sinais Bíblicos

Pra você que faz filosofia e é seminarista, freira, padre ou mesmo leigo com atividades na igreja; aí vai uma dica para estudar os sinais da área da religião.



Bons estudos!
:)

Sou diferente (FILME)

Olá, professor.
Se você trabalha com crianças e quer apresentá-las como é a vida de uma criança surda,a dica é o assistir ao filme Sou Diferente com Rebeca Nemer .
Veja o trailer:

Diferentes condições da Audição

A surdez pode ser classificada de diversas formas:

Pela origem: se hereditária ou não hereditária.

Quanto ao momento em que ocorrem: se a deficiência auditiva é congênita, deficiência auditiva peri-natal ou deficiências auditivas adquiridas.

Quanto ao local do ouvido que foi acometido: perdas auditivas condutivas, perdas auditivas neurossensoriais ou distúrbios auditivos centrais.

Quanto a intensidade do som que o indivíduo consegue escutar: se tem uma perda leve, moderada, severa ou profunda.

No quadro abaixo vemos que as perdas severas e profundas, acima de 70 ou 90 decibéis, ocasionam o não acesso ao campo da fala (em amarelo) e conseqüentemente a NÃO aquisição natural do português falado. Nesses casos é muito comum a opção pelo uso da Língua de Sinais.



Existe também a classificação pela percepção desse som que o indivíduo tem, como:
• Audição Normal: nenhuma dificuldade;
• Surdez leve: dificuldade para palavra falada baixo; criança é considerada “desatenta”, a aquisição da linguagem é normal/lenta, provavelmente terá dificuldades de leitura e escrita;
• Surdez moderada: dificuldade para palavra falada em intensidades médias, pode ocorrer atraso na linguagem e alteração articulatória;
• Surdez severa: identifica ruídos familiares, percebe voz forte (grave), compreensão verbal associada a grande aptidão visual;
• Surdez profunda: não percebe a voz humana sem um estímulo adequado, não há feedback auditivo, maior facilidade para perceber as pistas visuais.

Referências:
NORTHEN DOWNS, Jerry L. Audição em crianças. Editora Manole Ltda. São Paulo, 1989
PORTMANN. M. Manual de Otorrinolaringologia. São Paulo: Masson, 1983.
RUSSO, Iêda C. Pacheco, SANTOS, Teresa M. Momensohn. A prática da audiologia clínica. São Paulo: Cortez, 4a edição 1993.

EU AMO VOCÊ

Uma marca cultural da comunidade surda é fazer o sinal "EU AMO VOCÊ". Geralmente para tirar fotos ou em momento de despedida de algum amigo.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

alguns cumprimentos em Libras



fonte: Revista de Projetos Educacionais

Vendo Vozes - Uma Viagem ao Mundo Surdos

Caros alunos,

Para o trabalho do primeiro semestre, propomos a leitura do livro de Oliver Sacks Vendo Vozes - Uma Viagem ao Mundo Surdos da Editora COMPANHIA DAS LETRAS. (O roteiro de leitura a ser entregue está na copiadora)


"O que é necessário [...] para nos tornarmos seres humanos completos? O que denominamos nossa humanidade dependerá parcialmente da linguagem? O que acontece conosco se não aprendermos língua alguma? A linguagem desenvolve-se de um modo espontâneo e natural ou requer contato com outros seres humanos?" Numa fascinante incursão pelo universo dos surdos, Oliver Sacks procura responder a questões como essas. Sua preocupação não é simplesmente apresentar ao leitor a condição daqueles que não conseguem ouvir. Acompanhando a história, os dramas e as lutas dessas pessoas, o leitor será levado a olhar para o seu próprio cotidiano de um modo inteiramente novo. Será capaz de ouvir, nos sons da linguagem, um pequeno milagre que se repete cada vez que uma nova sentença é proferida.



Oliver Sacks
Nasceu em Londres, em 1933. Formou-se em medicina no Queens College e em 1960 emigrou para os Estados Unidos, prosseguindo os estudos médicos. Mora em Nova York, onde é professor de neurologia clínica na Columbia University. Com a publicação de Enxaqueca, em 1970, iniciou uma brilhante carreira de escritor. Seu livro Tempo de despertar inspirou o filme homônimo com Robert De Niro e Robin Williams.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Por onde começar? ... alfabeto manual e números

ALFABETO MANUAL

O alfabeto manual é produzido por diferentes formatos das mãos que representam as letras do alfabeto escrito, assim também acontece para representar os números.
Têm uma função específica para apresentação pessoal, "escrever" no ar o nome de pessoas e lugares que ainda não têm sinal.

NÚMEROS PARA SE REFERIR À QUANTIDADE

Exemplo: quantidade de canetas na mesa, quantidade de pessoas presentes,
quantidade de ônibus....etc.

NÚMEROS REPRESENTATIVOS DE CÓDIGO

Exemplo: número do telefone, número da caixa postal, número da casa, número da conta no banco...etc.